SOBRE O DIA 23 DE NOVEMBRO
O Diretório Central dos
Estudantes da Universidade Federal de Rondônia – DCE/UNIR vem com grande
satisfação saudar a todos os estudantes, professores e todo o povo que apoiou e,
portanto, participou ativamente da Greve Geral de 2011 e Ocupação de reitoria.
Tudo isso resultou na derrubada, que hoje completa dois anos, do reitor
corrupto e inacessível que reinava na universidade, fazendo do dia 23 de
novembro um dia histórico para o Movimento Estudantil.
A luta pela democracia
na UNIR foi encorpada logo quando os estudantes retomaram o DCE/UNIR em agosto
de 2011, fazendo com que no mês seguinte, mais exatamente no dia 14 de setembro
daquele histórico ano, fosse aprovada em grande assembleia a maior e mais
combativa greve geral dos estudantes da UNIR!
Para nós não foi
somente mais uma luta por melhores condições de estudo e trabalho. Aquele
cenário tornou-se, acima de tudo, um campo de aprendizado demonstrando qual é a
real situação da luta política em nosso país: a sociedade de classes, o Estado
de classe que privilegia os donos do poder econômico e criminaliza os pobres e
quem mais luta por uma sociedade igualitária. Aprendemos também que somente a
luta consequente e combativa abre caminhos para as grandes conquistas e que o
apoio do povo é força imprescindível para tal empreitada.
Durante aqueles dias
aprendemos na prática a importância do trabalho coletivo, da perda das vaidades
que tendem a segregar estudantes de cursos diferentes. Nos momentos negativos,
sempre pudemos nos apoiar nos companheiros e companheiras que seguiam na luta. Vivenciamos
a importância do estudo, do planejamento das ações, das táticas e das estratégias,
de modo que percebemos o poder do reconhecimento e do apoio maciço da
sociedade, ajudando-nos a combater a criminalização de nosso movimento e
conduzindo-o a caminho da vitória.
Estudantes comemoram a renuncia do ex-reitor no dia 23 de novembro de 2011
Passado esse tempo, são
inegáveis as mudanças das relações entre instituição e estudantes. Não negamos
as inúmeras deficiências que nossa instituição ainda possui, tal fato já era
anunciado ao longo dos balanços que fazíamos durante e depois da Greve.
Sabíamos que estaria sempre na ordem do dia a necessidade de persistirmos na
luta a fim de que chegássemos à raiz de todos os problemas desta IFES.
O momento da UNIR é outro,
é o momento que as atenções voltam-se a uma nova luta que somente agora começa
a se fazer clara para todos: a luta por democracia plena. O Estatuto, que tanto
foi comentado informalmente por estudantes, professores e técnicos recebe
atenção especial e já aglomera uma comissão responsável por propor como se
darão os trabalhos para sua alteração (Estatuinte).
Entre outras questões
relevantes desse caso para nós estudantes, a consolidação da paridade nos votos
para escolha do dirigente máximo da instituição será a luta principal. Assim, perceberemos
com maior clareza a total falta de autonomia universitária quando o Ministério
da Educação resolver vir de encontro com nossas reivindicações.
Grande manifestação no dia 9 de novembro de 2011 pelo centro da capital
É chegada a hora do
movimento estudantil combativo da UNIR retomar o caminho da luta e se erguer
implacavelmente em favor da democracia. Temos experiência suficiente para
compreender o que estamos enfrentando a ponto de reafirmarmos que apenas com os
fatores que nos deram vitória em 2011 poderão novamente nos levar aos avanços
necessários: combatividade, disciplina, independência, estudo, organização e
decisões coletivas.
O DCE/UNIR convoca a
todos as entidades estudantis para organizarem-se e iniciarem os debates sobre
Democracia, e aqueles cursos que não tem entidade, que façam assembleias e
reativem ou fundem seus centros acadêmicos. É fundamental partimos do nosso
poder de mobilização e organização para concretizarmos tamanha meta.
VIVA
O MOVIMENTO ESTUDANTIL COMBATIVO DA UNIR!
VIVA
A LUTA POR DEMOCRACIA!
DIRETORIO
CENTRAL DOS ESTUDANTES
Gestão
23 de novembro - a luta continua
Porto Velho, 23
de novembro de 2013.
Moção de apoio a greve e ocupação na USP
O Diretório Central dos
Estudantes da Universidade Federal de Rondônia vem a publico demonstrar
solidariedade e apoio aos estudantes em luta na USP. Estamos acompanhando todo
o processo que se levanta naquela universidade reivindicando principalmente democracia
plena e o fim da presença da Polícia Militar no campus da universidade. Pautas
essas que não são restritas aos estudantes paulistas, mas em praticamente todas
as universidades brasileiras, sejam estaduais ou federais, a luta por
democracia é quase cotidiana.
A LUTA POR DEMOCRACIA É
NACIONAL!
A universidade não pode
ser compreendida fora da sociedade de classe que vivemos. Portanto a falta de
democracia, a alta repressão, são lamentavelmente reflexos do que acontece na
sociedade em geral. Vimos desde as jornadas de lutas de junho todo tipo de
violação aos direitos, repressão, ditadura velada, censura e várias outras
atrocidades características do fascismo do Estado Brasileiro.
Esse tipo de luta é
imprescindível para o avanço de consciência dos estudantes quando estes ainda
tem algum tipo de ilusão com a sensação de liberdade que é orada pelos
monopólios de imprensa e conservadores em geral. Compreender a necessidade e
importância dessa luta é compreender a real e imediata necessidade de
transformação da estrutura do estado brasileiro.
A greve e ocupação de
reitoria é uma marca do movimento estudantil combativo e independente
brasileiro que cada vez mais se desprende do velho movimento estudantil
eleitoreiro e conciliador.
Em nossa universidade a
luta por democracia teve uma grande vitória em 2011 com a derrubada do ex-reitor
Januário Amaral e continua agora com o inicio do processo de formulação do novo
estatuto da universidade. Após ocuparmos o prédio da reitoria por mais de 50
dias de intensa luta, o ex-reitor e todo seu grupo pediu a saída do cargo.
A ocupação da reitoria
na USP é uma sinalização para os estudantes do país inteiro que veem a cada dia
a democracia apenas nos livros. Que somente com a luta consequente e que não se
limite ao legalismo é que poderemos chegar às vitorias. É a hora de mobilizar e
agitar o movimento estudantil na luta combativa.
VIVA
A GREVE E A OCUPAÇÃO DA REITORIA DA USP PELOS ESTUDANTES!
FORA
PM!
FORA
RODAS!
Porto Velho, 09
de outubro de 2013.
DIRETÓRIO
CENTRAL DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA – DCE/UNIR Gestão 23 de novembro - a luta continua!
Nota de pesar pelo falecimento de Osmir Venuto - Presidente do MARRETA (STICBH)
O Diretório Central dos Estudantes da UNIR manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do companheiro Osmir Venuto da Silva, presidente do Sindicato dos trabalhadores da Construção de Belo Horizonte (STICBH).
Conhecemos o trabalho incansável deste companheiro em defesa da classe operária, estivemos juntos na denúncia da situação dos operários das usinas de Jirau e Santo Antônio (RO) e em outras atividades, que foram suficientes para reconhecermos o quanto este companheiro representou para a luta classista e popular em nosso país. O companheiro Osmir, também fundador da Liga Operária, foi e continuará sendo um exemplo de compromisso com o povo trabalhador para toda a juventude que se propõe a lutar.
Em nossa memória permanecerá a postura firme do grande dirigente operário que nunca recuou um passo na defesa dos direitos da classe, apoiador da luta estudantil, lutador do nosso povo.
Deixamos nossos sentimentos aos familiares, amigos e companheiros que tiveram o privilégio de conhecer sua abnegação, dedicação, humildade e otimismo inquebrantáveis.
Porto Velho, 25 de julho de 2013.
Diretório Central dos Estudantes - Gestão 23 de Novembro
Universidade Federal de Rondônia
Universidade Federal de Rondônia
UNIR divulga moção de apoio à luta da sociedade no exercício de sua cidadania
A Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR) vem a público expressar apoio à manifestação popular em que se reivindica melhores condições de vida para a população, em especial, neste momento, à luta por melhoria de transporte público de qualidade na cidade de Porto Velho e repudiar a ação descabida de policiais militares que, na noite do dia 16 de julho de 2013, com a justificativa de dispersar os manifestantes, de forma violenta e demonstrando despreparo, agrediu cidadãos e prendeu estudantes.
A Universidade, enquanto instituição criada como produto de conflitos de ideias, fruto da manifestação livre, deve servir como laboratório da prática da cidadania e, assim, buscar assegurar e defender todos os que acreditam e lutam por uma sociedade livre, justa e verdadeiramente democrática. E se coloca a disposição da sociedade rondoniense para repensar as práticas anacrônicas dos serviços de segurança pública no nosso Estado.
Dessa forma, manifesta-se contra qualquer ato que venha imobilizar a livre manifestação e a garantia do cidadão em se organizar e defender, em público, os seus direitos.
A Fundação Universidade Federal de Rondônia, por ser um espaço privilegiado para a livre manifestação do pensamento, estará sempre aberta à pluralidade de opiniões, ao conflito das ideias e nesse sentido, reforça seu compromisso com o estado democrático de direito.
Profª Drª Maria Cristina Victorino de França
Vice-Reitoria no Exercício da Reitoria
Fonte: UNIR
Nota de Esclarecimento do DCE/UNIR
Nota
de esclarecimento do DCE/UNIR
Sobre
os protestos e as acusações proferidas contra este diretório
"Há
aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis."
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis."
“Os
que lutam”, Bertold
Brecht
Porto
Velho, 29 de Junho de 2013.
O
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de
Rondônia (DCE/UNIR)
vem a público repudiar os ataques que este diretório e os
estudantes desta universidade vêm sofrendo pelos integrantes do
“movimento” #VemPraRuaPvh (sic), que há cerca de duas semanas
vem tentando denegrir e inventando todo tipo de mentiras contra esta
entidade e os membros de sua diretoria.
1-
Entendemos que a onda de manifestações populares que está
ocorrendo em todo o país é legítima e independente, portanto, não
há donos ou líderes “oficiais” para tais protestos, apenas as
lideranças que são referências e surgem naturalmente no curso da
luta. Protestos que são frutos de um descontentamento geral do povo
com a política oficial do estado brasileiro. Uma explosão
espontânea da população que se lança em luta contra as péssimas
condições de vida, péssimos serviços públicos, superexploração
do trabalhador, contra o salário de fome, os gastos excessivos do
governo federal com copa do mundo e olimpíadas enquanto seus
direitos históricos continuam sendo negados e retirados pouco a
pouco.
2
- Sobre a organização autoritária dos Atos em “defesa” da
democracia, “organizados” pelo “Movimento” #VemPraRuaPvh;
Os
tais “organizadores” do Ato, ocorrido no dia 20/06, tagarelaram
bastante sobre “defesa” da democracia, mas, na prática,
demonstraram ser extremamente autoritários e tendenciosos. Nas
reuniões acontecidas dias antes do evento, decisões foram tomadas
coletivamente por todos que queriam ajudar na construção e
organização da série de protestos em Porto Velho. No dia do ato
eles não cumpriram nada do que foi acordado nas reuniões. Levaram
um carro de som e na concentração
se apossaram do microfone,
não permitindo
o
direito de fala a outros
manifestantes, inclusive
tomando o microfone da mão
de quem tinha
opinião diferente. Mentiram
descaradamente, dizendo que
ameaçavam
queimar (!)
o carro de som. Mudaram
o trajeto da passeata
que, como definido em
reunião, passaria por todos
os prédios do
poder político de Porto Velho e
ficaria no centro da cidade.
O que fizeram foi manobrar
e levar os manifestantes para os viadutos,
afim de atender os interesses dos empresários e políticos da Rua
da Beira.
3-
Após o dia 20/06 várias acusações e difamações foram dirigidas
ao DCE e aos membros da sua diretoria,
além de xingamentos e ofensas proferidas
nas redes sociais à
estudantes da UNIR.
Até mesmo uma
adolescente, estudante do IFRO, foi hostilizada e sendo,
erroneamente, classificada como parte do DCE, teve sua imagem exposta
e sua figura denegrida através de vários compartilhamentos,
acusações e comentários no mínimo cruéis a seu respeito.
Todos os materiais comprobatórios estão sendo reunidos por
advogados apoiadores das lutas populares e os autores desses atos
serão investigados e responsabilizados judicialmente.
Por
esses vários motivos, após o segundo ato a “organização” se
dividiu em vários grupos, pois ninguém concordava com os métodos
autoritários e de autopromoção dessas ditas lideranças.
Os
senhores Djalma
Nunes, Diego Bicalho
e Iansen
Rayol
foram à imprensa
como supostos
“líderes” da juventude que protesta na
cidade
com
o vil objetivo de
atacar o DCE, dizendo que somos “violentos e incitamos o
vandalismo”. Se
se preocupam tanto em melhorar o país, porque não se encarregam de
organizar um
protesto da forma como julgam
ser a
melhor em
vez de
gastarem
suas fichas e
energias
na tentativa de nos difamar e denegrir? No
fundo temem que a população se revolte e questione os privilégios
dos quais as classes dominantes se beneficiam, exigindo uma
transformação radical e completa e não a maquiagem de
“reforma política”, pauta defendida tanto pela Dilma (PT),
quanto pelos pretensos “organizadores”.
4-
Não somos como vocês, não queremos ser os “donos” dos
protestos!
Não
somos “violentos” e nem incitamos o “vandalismo”, porém
defendemos o direito do povo lutar por seus direitos, seja da forma
que for. O DCE é a entidade de representação máxima dos
estudantes da UNIR. Este diretório esteve na linha de frente com os
estudantes combativos durante a vitoriosa greve e ocupação da
reitoria da UNIR em 2011. Sofremos estes mesmos ataques, de que somos
radicais, baderneiros que usam “capuz” e etc. Estamos acostumados
com este tratamento, pois neste país, quem não arreda o pé na luta
por seus direitos, quem se organiza com independência, combatividade
e adota medidas para se proteger das agressões do estado, é sempre
tachado pelos monopólios de imprensa a serviço dos governantes como
baderneiros e criminosos.
Atacam
com ódio o DCE pois este diretório está ao lado não só dos
estudantes, mas também da luta popular e do povo trabalhador. O
caminho que estamos propondo é o da luta combativa e de denúncia,
de fazer manifestações em outros moldes, oposto ao caráter
disperso e despolitizado do 2º Ato.
5-
Com estes princípios foi constituída a Frente de Luta Popular da
qual participamos, juntamente com outros democratas e
movimentos populares, ajudando a organizar as manifestações, estas
sim, democraticamente construídas. A juventude não quer sair às
ruas pra dançar, cantar e fazer festa, como quer a rede globo e toda
a imprensa vendida. Ela quer protestar e denunciar o caos em que está
nossa sociedade! A juventude já não pede, exige!
6-
SIM Senhores! Houve abuso nas ações da PM e da COE!
O
DCE e
vários Centros Acadêmicos
apoiam
e assinam
a nota divulgada pela reitora da UNIR,
Berenice Tourinho, em repúdio a ação desmedida da PM.
Os
manifestantes que se dirigiram para a UNIR Centro, no dia 26/06, após
saírem da prefeitura, estavam realizando assembleia para definir a
próxima manifestação e discutir sobre o convite do prefeito para
reunião no dia seguinte. A maioria estava de costas para a rua
quando a COE
– Companhia
de Operações Especiais da PMRO, com seus policiais sem
identificação
nos
uniformes,
iniciou um ataque covarde contra os manifestantes, atirando várias
bombas de gás lacrimogênio nas dependências da UNIR e na praça
Getúlio Vargas, atingindo manifestantes e transeuntes, acabando com
a assembleia na UNIR e com a festa no mercado cultural. Centenas de
pessoas são testemunhas dos abusos e da truculência da PM e
os vídeos publicados na internet são claros em mostrar isso.
Há
relatos
de que os policiais que saíram em perseguição dos manifestantes
pelas ruas do centro de Porto Velho espancaram um adolescente
antes de prendê-lo e que em
outro jovem
deram
tapas na cara e
jogaram
spray de pimenta dentro de
sua
calça após ele ser detido. Este procedimento é padrão da polícia?
Parece que sim, o
povo pobre das periferias os conhece bem e
os fatos por todo o país também
comprovam
tais procedimentos como uma política comum das polícias.
7-
Que
os governantes
e
grandes
exploradores
tremam, pois a juventude não hesitará em acabar com as
injustiças
desse
país e os estudantes terão sim, parte ativa nesse processo.
Reafirmamos nossa disposição de luta participando
ativamente
das reuniões da Frente de
Luta Popular e das
manifestações futuras, não deixaremos escapar as lutas e
conquistas que virão! Se o
presente é de luta o futuro será nosso!
DCE/UNIR
- Diretório Central dos Estudantes da UNIR
Gestão:
“23 de Novembro”
NOTA DE REPÚDIO DCE
O DCE/UNIR vem
manifestar seu repúdio a mais uma ação truculenta da polícia militar e companhia de operações especiais (coe) do estado de Rondônia. Durante a manifestação no
dia 26 de junho na capital Porto Velho, manifestantes foram atacados pelas forças
policiais em vários pontos da cidade. Os locais de maior violência da polícia
foram em frente a prefeitura e em frente ao prédio administrativo da UNIR.
Repudiamos fortemente
mais esse ataque aos movimentos sociais e convocamos todas as entidades
democráticas a se posicionarem sobre o caso e ampliarem a campanha de denuncia
as ações do Estado e do Município através da repressão gratuita aos
manifestantes.
Essa repressão foi mais
uma demonstração de qual é o tratamento dado aos movimentos sociais
organizados. Em todas as capitais brasileiras sobe o número de abusos e
truculentas ações da polícia durante as manifestações. Deixando claro o caráter
do estado brasileiro frente as manifestações que visam de fato transformar a
triste e revoltante realidade do povo.
Nós estudantes
repudiamos e informamos que continuaremos mobilizados para enfrentar todo tipo
de adversidade. Sabemos que lutar por direitos, significa lutar contra as
forças repressivas do Estado.
Porto Velho, 27
de junho de 2013.
ABAIXO
A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS!
ABAIXO
A REPRESSÃO!
VIVA
AO MOVIMENTO ESTUDANTIL!
DIRETÓRIO
CENTRAL DOS ESTUDANTES
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